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terça-feira, 4 de setembro de 2012

carimbo

diante da dificuldade de riscar manualmente todos os desenhos e com o objetivo de padronizar esta etapa inicial da produção, resolvemos tentar carimbar os motivos no tecido antes de bordar. fizemos um primeiro carimbo com o lobinho em cima do museu para testar junto com As Floristas. caso o sistema funcione, poderá ser utilizado com todos os desenhos do projeto, além de outras coleções desenvolvidas por elas (:

teste do carimbo no tecido

domingo, 5 de agosto de 2012

modelo da bolsa!

olá! depois de um tempinho, voltamos com as atualizações do projeto que envolveram as duas últimas semanas.

24.07 foi um dia de discussões de possibilidades da fita de vários usos e da bolsa. as Floristas já desenvolvem alguns tipos de trançados (aplicados principalmente em colares) e levantaram a possibilidade de utilizá-los também na fita. serão feitos alguns testes para verificar a adequação. elas deram início à produção da bolsa, utilizando a sarja em um tom neutro como tecido.

trançados desenvolvidos atualmente pelas Floristas

31.07 foi finalizado o primeiro modelo da bolsa! definimos junto com o grupo alguns detalhes, como o fecho com ímã e o ajuste das alças por um nó. o acabamento ficou muito bom e todas ficaram muito satisfeitas com o resultado. tanto a modelagem, quanto a cor e o tamanho deixaram a bolsa bem versátil. quanto ao bordado, surgiu a ideia de flexibilizar ainda mais: algumas bolsas podem ter a superfície lisa e vir com alguns broches coloridos (as moedinhas com os motivos). elas, inclusive, podem aplicar elementos que já realizam normalmente e as caracterizam, como as flores de bordado cheio.

primeiro modelo da bolsa em sarja

detalhe do ajuste das alças

detalhe do fecho por ímã

teste com broche (não haveria os bordados atrás)



terça-feira, 26 de junho de 2012

testes de produção

finalmente estamos dando os primeiros passos nas etapas de teste de produção! estamos fazendo visitas semanais às Floristas para discussão de resultados e propostas de aperfeiçoamentos.

o que aconteceu nas três últimas semanas:

12.06 apresentamos as alternativas para elas, adaptando o que foi dito no anteprojeto. a aceitação dos desenhos foi grande, gerando muita motivação. aproveitamos para escolher as cores das linhas para os bordados, de acordo com a paleta definida anteriormente. ficamos muito contentes com a alta qualidade das linhas e achamos as cores muito bonitas. foi um momento de alta expectativa.


19.06 elas bordaram os primeiros motivos no formato circular. foi um teste preliminar dos tamanhos e formas, que levou a uma série de conclusões e sugestões de alteração para os próximos. inicialmente, o tecido utilizado foi algodão cru, também como teste. além disso, levamos uma manta magnética para fazer os primeiros testes de ímã (deu certo, yes!). pensamos junto com elas em algumas ideias para a fita de vários usos.

teste dos bordados e a referência dos desenhos

primeiro teste com a manta magnética

26.06 elas fizeram os motivos novamente, já com várias das alterações propostas. fizeram também os motivos que elas ainda não tinham bordado, além de um teste de postal. todas chegamos à conclusão de que ainda há muito para melhorar, mas o avanço já foi bem significativo. uma grande diferença foi a substituição do algodão cru para o tricoline, que permitiu o seu tingimento de azul. o azul enriqueceu muito as cores e as formas, foi bastante satisfatório. conforme tínhamos combinado com elas, levamos terminação para chaveiro e para broche. testamos na hora e percebemos que se trata de um trabalho simples e rápido de se desenvolver. a fita é um desafio, já que ainda não obtivemos soluções satisfatórias. conversamos com elas sobre as bolsas e será uma tarefa para a próxima semana.


novos testes!

mais de pertinho

teste de chaveiro e broche

Ana, Elena e Elisabete

domingo, 27 de maio de 2012

alternativas

a partir dos requisitos gerados e da vivência projetual até o momento, chegamos à conclusão de que não basta apenas projetarmos novos produtos junto com a comunidade, é preciso pensar em um sistema de inserção que atraia o público e dê mais visibilidade para o grupo. em relação a tais estratégias, ainda estamos estudando algumas possibilidades, provavelmente mais relacionadas a marketing e artivismo (aguarde um post sobre o assunto em breve).
esquema do projeto

no que se refere aos produtos, propõe-se um desdobramento de peças que partiria de uma pequena circunferência com um motivo bordado (por enquanto apelidada de moedinha). os produtos poderiam ser ímãs, broches, chaveiros, além de uma proposta de fita com diferentes usos. seria uma fita de cerca de um metro com uma moedinha pendurada em uma das pontas. ela poderia ser utilizada tanto como acessório de cabelo, como colar, pulseira e cinto, fazendo com que o produto se adeque às expectativas de um público jovem e versátil. como alternativa, poderia ser uma fita de tecido mole cobrindo um tecido mais duro ou ainda uma fita trançada. propõe-se ainda uma bolsa de tamanho médio a pequeno, feita de tecido e tela (para manter o formato), com os motivos bordados.
produtos propostos

chegando nos motivos, foi feita inicialmente uma matriz com diferentes possibilidades. a ideia foi de criar pequenos cenários de aspecto não realista que unissem elementos universais, como a arquitetura e os padrões geométricos do Plano Piloto, a elementos naturais característicos do cerrado. utilizamos nossos paineis de identidade e de estilo de ilustração como referência. assim, foram geradas imagens com diferenças de escala e relação inesperada entre as partes, como um grande lobo guará em cima do Museu da República e um tatu percorrendo um dos arcos da Ponte JK
geração de motivos

estamos com algumas dúvidas relativas à execução dos motivos em bordado (limites de tamanho e detalhamento), bem como à escolha dos pontos mais adequados para cada ilustração. no nosso próximo encontro com As Floristas, trataremos também destes assuntos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

tipos de bordado

retomando a Base Conceitual de Artesanato Brasileiro, pesquisamos os diferentes tipos de bordados, para poder gerar alternativas com mais segurança e conhecimento.

aberto: ponto de bordado aplicado em orifícios arredondados e previamente demarcados com alinhavos. O arremate é feito com um ponto apertado.




aplicação: bordado em que o ornato não é executado na trama do próprio tecido e sim com aplicação de materiais diversos, desde que atinja 60% do trabalho manual. A aplicação de pedrarias é considerada aqui.



boa noite: técnica semelhante ao labirinto. Para bordar desfia-se o tecido em alguns pontos, esticando-se a área a ser trabalhada com o auxílio de um bastidor ou grade. Utilizam-se agulha e linha para unir os fios e construir o bordado.



casa de abelha: ponto de costura ou dobradura de tecido imitando casa de abelha.





cheio: este ponto implica um matizado básico e compreende o enchimento de linha ou algodão. Pode ser trabalhado da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita. O número de fios sobre os quais os pontos são trabalhados depende do efeito desejado.


corrente ou cadeia: ponto decorativo em forma de corrente, muito usado para contornar outros bordados.

cruz: bordado com ponto imitando pequenas cruzes que permite a contagem de fios e que, quando agrupadas, formam um desenho. Conhecido também como ponto de marca e bordado de fio contado.



filé: técnica elaborada a partir de uma rede tecida em linhas de algodão, presa por pregos a uma peça de madeira (quadrado ou retângulo), onde são traçados os pontos com agulha de mão. O filé simples restringe-se a uma rede de nó tecida a mão e o filé bordado utiliza a rede de nó como suporte para o bordado.


hardanger: bordado executado sobre um tecido de fios iguais, semelhantes ao Rendendê. O Ponto Cheio é o ponto básico e é feito em blocos compostos de um número ímpar de pontos. Terminados os blocos corta-se os fios do tecido desfiado, conforme necessário. Os fios soltos do desfiado são cobertos com pontos enrolados ou cerzidos para formar barras.
inglês: tira de tecido (de algodão, organdi etc.) com um dos lados terminado por festonados e bordados cheios ou vazados, geralmente do mesmo tom do tecido.




matiz: tem a forma do Ponto Cheio, normalmente usado para encher um desenho considerado grande ou irregular. Usado também para dar o efeito sombreado. Na primeira carreira os pontos são alternadamente longos e curtos e bem unidos para seguir o contorno do desenho. Os pontos das carreiras seguintes são arrumados visando instituir uma superfície uniforme e macia.

ponto caseado ou festonê: bordado formado por pontos de laçada, feito da direita para a esquerda de maneira que fique bem firme ao abrir as casas.




rendendê ou renda de dedo ou rendendepe: ponto bordado preferencialmente sobre o linho preso em bastidor. Após ser bordado é recortado com tesoura para retirada do centro do bordado ou das partes do tecido que não foram cobertas pela linha. São utilizados pontos cheios e abertos formando desenhos geométricos.

reto: este ponto é mostrado como pontos individuais espaçados, feitos de modo regular e irregular. Algumas vezes os pontos são de tamanho variado. Os pontos não devem ser nem muito longos nem muito frouxos. O ponto pode também ser feito em tecidos de fios iguais.


richelieu: bordado sobre tecido preso sobre almofada e um papel com o risco que será bordado. Pode ser executado à mão ou à máquina de pedal com o auxílio do bastidor. Utiliza-se um ponto básico e outro ponto casado bem próximo um do outro. Depois de pronto é recortado nos desenhos desejados.


rococó: sequência de pontos sobre o tecido em torno de uma agulha. A agulha é introduzida tantas vezes quantas desejadas e no mesmo lugar. Com o auxílio de uma agulha de fundo pequeno que permita a passagem através da linha enrolada, puxa-se a linha até obter o ponto rococó desejado.


russo: o ponto russo é uma técnica de bordar em alto relevo, feita com uma agulha especial, bastidor e tecido.




sombra: também conhecido por Ponto Atrás Duplo, o Ponto Sombra é bordado em tecido fino e transparente. Pode ser feito tanto do lado direito quanto do lado avesso, com pequenos pontos atrás, alternadamente.



vagonite: bordado em tecido com textura tipo tabuleiro em relevo, ou em tecido étamine, no qual a agulha desliza sob a trama mais proeminente, sem atravessar o seu avesso. Os pontos podem ser realizados da direita para a esquerda ou vice-versa.

domingo, 20 de maio de 2012

artesanato

afinal, o que é e o que não é artesanato?

a Base Conceitual do Artesanato Brasileiro é um documento desenvolvido pelo Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e tornado público pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) com o intuito de contribuir para a definição de políticas públicas e o planejamento de ações de fomento para o setor artesanal.

segundo a normatização, artesanato compreende toda a produção resultante da transformação de matérias-primas, com predominância manual, por indivíduo que detenha o domínio integral de uma ou mais técnicas, aliando criatividade, habilidade e valor cultural (possui valor simbólico e identidade cultural), podendo no processo de sua atividade ocorrer o auxílio limitado de máquinas, ferramentas, artefatos e utensílios. e não é considerado artesanato trabalho realizado a partir de simples montagem, com peças industrializadas e/ou produzidas por outras pessoas; lapidação de pedras preciosas; fabricação de sabonetes, perfumarias e sais de banho, com exceção daqueles produzidos com essências extraídas de folhas, flores, raízes, frutos e flora nacional; habilidades aprendidas através de revistas, livros, programas de TV, dentre outros, sem identidade cultural. outra questão importante relativa ao artesanato é que, mesmo que as obras sejam criadas com instrumentos e máquinas, a destreza manual do homem é que dará ao objeto uma característica própria e criativa, refletindo a personalidade do artesão e a relação deste, com o contexto sociocultural do qual emerge.

existem diferentes formas de organização dos artesãos. As Floristas são um Núcleo de Artesãs classificado como associação. uma associação é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, constituída com o objetivo de defender e zelar pelos interesses de seus associados. Regida por estatuto social, com uma diretoria eleita em assembléia para períodos regulares. A quantidade de sócios é ilimitada.

a técnica de produção artesanal consiste num conjunto ordenado de condutas, habilidades e procedimentos, combinado aos meios de produção (máquinas, ferramentas, instalações físicas e fontes de energia e meio de transporte) e materiais, por meio do qual é possível obter-se, voluntariamente, um determinado produto. A técnica artesanal alia forma e função, requerendo destreza manual no emprego das matérias-primas e no uso de ferramentas, conforme saberes variados e com uso limitado de equipamentos automáticos.

a técnica artesanal das Floristas é o bordado, descrito como uma técnica executada sobre tecido ou outro suporte utilizando agulha, linha e bastidores, podendo ser trabalhada com as mãos ou feita em máquinas de pedal ou de motor elétrico. pode ser classificado como aberto, aplicação, boa noite, casa de abelha, cheio, corrente ou cadeia, cruz, filé, hardanger, inglês, matiz, ponto caseado ou festonê, rendendê ou renda de dedo ou rendendepe, reto, richelieu, rococó, russo, sombra e vagonite. 

segundo a cartilha Produção Associada ao Turismo, Artesanato, Arte Popular e Manualidades, do Ministério do Turismo, o artesanato pode apresentar vários usos e utilidades. no presente projeto, busca-se atuar em primeira instância em:
– adornos, acessórios, adereços: objetos que procuram completar a harmonia do conjunto no vestuário feminino ou masculino. No artesanato, esses objetos normalmente estão presentes no ambiente da moda como jóias, bijuterias, cintos, bolsas, fitas, entre outros.
conjuntamente com o uso acima, pretende-se desenvolver peças que também estejam relacionadas a: 
– lembranças/souvenir: peças que representam uma região ou evento, adquiridos ou distribuídos com a finalidade de preservar, resgatar memórias e presentear. A aquisição ou distribuição de lembranças/souvenir é prática comum em várias culturas. Sua fabricação e venda é uma atividade econômica com ligações no setor de turismo e serviços, principalmente os relacionados com a promoção de eventos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

floristas!

visitamos novamente As Floristas, a fim de conhecer mais profundamente o grupo e suas expectativas. a entrevista se deu na forma de conversa, com participação mais ativa das associadas Beth e Helena.

elas começaram as atividades em 2006, sendo um grupo de bordadeiras com produção prioritariamente de colchas e panos de prato. em 2007, por meio do CDT, se regularizaram e passaram a atuar como associação. infelizmente, no ano seguinte, a então presidente fugiu com grande parte do material e produção da associação... conseguiram se reerguer com a ajuda de projetos do CDT e do Sebrae.

durante um certo período, As Floristas receberam auxílio de designers do Sebrae. cada um, ao longo de uma semana, fazia uma visita e projetava coleções para que elas executassem (costura e bordado). as peças produzidas eram levadas e obtinham grande sucesso em grandes feiras em São Paulo, como a Paralela Gift, além de participar de eventos em Minas Gerais e na Bahia. elas veem com um certo pessimismo o panorama atual do artesanato no mercado do Distrito Federal, afirmando que as vendas são muito insatisfatórias.

a partir dos panos de prato (as colchas não obtinham sucesso), passaram a produzir peças de vestuário e almofadas.

já fizeram diversos cursos de capacitação. participaram de um projeto nacional de curso itinerante, financiado pelo governo. o curso não deu certo e, por falta de planejamento, atualmente possuem sete máquinas de costura sem utilidade na casa de uma das associadas ao grupo, enquanto os responsáveis não buscam e levam para outro lugar.

atualmente e há pouco tempo, As Floristas vendem na Feira da Torre, no box de economia solidária do CDT. elas entendem a situação como uma oportunidade crescimento, já que agora terão um ponto fixo de vendas. apesar de o ponto ter uma localização desfavorável dentro da feira, elas têm em mente que, a médio prazo, principalmente na Copa de 2014, a feira será um ponto de muita atração turística e não haverá tanta distinção entre os pontos.

segundo elas, as suas maiores consumidoras são mulheres a partir de quarenta anos e magras. o grupo pretende atingir as jovens e associam esse público a objetos pequenos e roupas leves e soltas.
buscam também explorar a identidade local e atrair mais turistas tratando de características do cerrado e arquitetura (abrangência não só do Plano Piloto, mas também das Cidades Satélites e entorno) nos motivos de bordado.

sobre expectativas para o projeto conosco, citaram a necessidade de retorno financeiro para que a associação possa se manter e trazer vantagens para as associadas.

domingo, 6 de maio de 2012

encanto das artes e floristas



no dia três de maio, acompanhadas do Thiago e do Fernando do CDT, fomos conhecer dois grupos de artesãs do Recanto das Emas.


 Encanto das Artes


o primeiro foi o Encanto das Artes, associação formada por cerca de quinze mulheres. o trabalho é desenvolvido na própria casa da presidente, que foi quem capacitou muitas das associadas. elas bordam, costuram e fazem tricô. existe uma divisão de tarefas e especialização, de modo que cada uma produz algo em que é melhor ou tem mais afinidade. assim, a associação tem como resultado os mais diversos produtos: vestidos, saias, batas, coletes, panos de prato, tiaras, tapetes e sapatinhos de bebê (que é o produto mais vendido). é um grupo que já participou de desfiles no Rio e em Brasília e tem seu trabalho reconhecido. trabalha bastante sob encomenda. o bordado bem acabado se destaca em relação à modelagem. observamos que o preço varia bastante, desde peças simples de dez reais (como acessórios para o cabelo) até outras mais elaboradas que chegam até cerca de duzentos reais (saia toda bordada). tivemos uma recepção maravilhosa, todas foram muito queridas e atenciosas. :)


As Floristas

o segundo grupo foi As Floristas, também formado por cerca de quinze mulheres. elas possuem muitas máquinas de costura (industriais, Overloque) e trabalham em uma loja que consideram bem localizada (apesar de ser muito pequena e caber apenas metade dos equipamentos). elas bordam, costuram e fazem consertos. a venda dos produtos se dá na própria loja e atualmente também na Feira da Torre de TV, em um box de economia solidária, da associação Bem Me Quero. na loja, verificamos que as peças de vestuário, de confecção própria, são vendidas a preços muito baixos, de dez a trinta reais. o trabalho apresenta um ótimo acabamento, tanto do bordado quanto da costura. o grupo apresenta a preocupação de representar a identidade local, também com o intuito de melhorar as vendas. fomos bem recebidas também, apesar de só três mulheres estarem presentes e de a visita ter sido mais curta...

diante disso, nos deparamos com uma escolha difícil: definir com qual grupo vamos trabalhar ao longo do semestre. vários aspectos foram levantados e ficamos super divididas. decidimos, por fim, trabalhar com As Floristas! é um grupo que nunca teve contribuição de alunos da UnB e tem a preocupação de produzir um trabalho com identidade local (artesanato), além de ter uma ótima qualidade de acabamento. ou seja, é alinhado com os nossos objetivos e os da disciplina. nós estamos muito animadas e esperamos fazer outra visita durante essa semana (:

quinta-feira, 3 de maio de 2012

bordado e referências


possíveis produtos - especialmente acessórios

referencias de bordados - pontos, cores e estilos



ainda na expectativa da reunião com o grupo, iniciamos pesquisas de produtos bordados e bordados por si só, com o intuito de conhecer algumas possibilidades do bordado e pensar com quais produtos poderíamos trabalhar. a procura por imagens se deu essencialmente pela internet, em sites de referência e blogs relacionados ao assunto. entre os produtos encontrados, surgiram sapatos (sapatilhas, alpargatas, tênis), bolsas, itens de decoração (almofada, toalha de mesa), peças de vestuário e acessórios em geral. os bordados podem ter os mais diversos motivos, cores e técnicas de pontos, sendo potencialmente um grande veículo de expressão de identidade local (artesanato). organizamos as imagens selecionadas em paineis, para facilitar a compreensão do conjunto.